Lucro, no campo mais estrito da economia, é o retorno positivo de um investimento, deduzido dos gastos totais que este exige, abrangendo custos de oportunidade implícitos e é sempre superior ao lucro contábil que somente considera custos explícitos. Assim, o lucro económico total é o rendimento que resta após o pagamento dos fatores produtivos utilizados:

Lucro Total (LT) = Receita Total (RT) – Custo Total (CT)

Porém, simplificando, lucro (do termo latino lucru), em sentido mais amplo, é todo o ganho líquido, benefício ou vantagem obtidos. As restantes definições, quer de economistas, financeiros, contabilistas, juristas ou outros especialistas, todas fundamentadas, legítimas e tidas em conta, não serão aqui analisadas.

Interessa, por agora, focar a nossa atenção num conceito tão frequentemente utilizado por cada um daqueles peritos, mas muitas vezes afastado da perspetiva dos mais diretos interessados, os proprietários de cada Negócio ou PME. Para estes, o Lucro é, ou melhor, deveria ser o objetivo primordial da sua atividade, como empresários, mas particularmente como investidores.

Questionando, para reflexão:

Será o lucro o verdadeiro “rei” como é correntemente afirmado na linguagem de negócios anglo-saxónica? Ou existirão outros Valores que se lhe possam equiparar ou mesmo sobrepor? Quantas vezes o lucro da(s) empresa(s) não corresponde a um ganho real para o proprietário do negócio?

E quantas vezes são os lucros de ambos, empresas e empresário(a)s calculados, a priori, nas projeções de resultados? A situação mais comum não será que os lucros a atribuir se limitam aos restos, às “migalhas” dos resultados finais? Depois de custos, impostos e outras expensas será justo que o lucro para o(a)s dono(a)s do(s) negócio(s) se resuma, por norma, a uma pequena percentagem de toda a riqueza e valor gerados? E os riscos, perdas, esforços e trabalho envolvidos do(a) dono(a) do negócio? Estarão corretamente “contabilizados”?

Quantas vezes são os lucros (mas também as perdas) injustamente “diabolizados” por alguns analistas e pela sociedade em geral?

Contudo, além destas questões, algumas das quais sem resposta certa ou errada, outra se afigura, também essencial: E eu, proprietário(a) da empresa, investidor(a), empreendedor(a) e decisor(a), tenho dado o meu melhor para aumentar os meus lucros e os da minha firma? Se ainda não encontrou resposta(s) satisfatória(s) sobre este tema, continuando a trabalhar “NO” e não “O” seu Negócio, pode ainda conhecer e decidir sobre a implementação do Sistema e Ferramentas desenvolvidas pela ActionCOACH.

Como Business Coach certificado, estarei disponível para apoiar o aumento dos seus Resultados e Lucros, potenciando a Motivação da sua Equipa com a conquista de mais Tempo e Liberdade para Si. Com este tópico sobre lucro, tomei a iniciativa de vir ao seu encontro. Parece-lhe interessante e faz sentido? Aguardo o seu contacto para desenvolvimento e ação!

 

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