O pai vê o seu filho a crescer e faculta-lhe os melhores explicadores, colégios e professores para que esse crescimento possa concretizar-se. Quanto mais o filho cresce e quanto mais se torna capaz de realizar tarefas e projetos, mais interessante a sua vida fica. Quando o pai vê que a vida do filho é cada vez mais interessante mais se mete nela dando conselhos, vigiando e ajudando... Mas desta forma o filho não adquirirá a responsabilidade necessária, eventualmente não cometerá os erros necessários para que a sua mente se abra com a experiência.

Assumir o risco de que ele não irá fazer tudo tão acertadamente como se tivesse ao dispor o pai a todo o momento é um processo libertador (para ambos).

Se o pai não se libertar do crescimento do filho e vice-versa nunca mais irá haver simbiose entre conhecimentos novos e interessantes (do filho) e a experiência incalculável (do pai).

Por vezes somos pais em demasia para as nossas equipas: eles não fazem asneiras… mas não se transcendem, não se ultrapassam porque não delegamos corretamente.

Delegar não é abdicar, delegar é controlar de forma indireta acreditando na pessoa em quem se delega. Se correr mal é porque a pessoa em quem delegamos ainda não atingiu o nível de autonomia ou de desenvolvimento necessários. O desafio é dela, a tarefa é dela. Se tiver talento suficiente, conseguirá um dia fazer bem melhor que nós próprios. Como em tudo podemos cometer erros ao delegar quando transmitimos:

  • Falta de Clareza
  • Falta de Motivação
  • Falta de Paixão
  • Associação Errada
  • Maus Hábitos
  • Medo

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